13 Fevereiro, 2020
O Aluno, Niel Cláudio Capalo Luís, do Curso de Mestrado em Gestão Financeira, defendeu a sua Dissertação no passado dia 6 de Fevereiro, pelas 15 horas, subordinada ao Tema “Gestão de Risco na Atividade Bancária: Riscos Financeiros”.
Presidente: Prof. Dra. Ana Brito
Arguente: Prof. Dr. Rui Gonçalves
Orientador: Prof. Dr. Miguel Varela
Co-orientador: Prof. Dr. Luís Ferreira
Congratulamos o nosso Aluno por mais um Sucesso!
4 Fevereiro, 2020
O ISG-Instituto Superior de Gestão concluiu no passado mês de Dezembro mais uma formação junto da Administração Pública.
Na foto, encontram-se os vários participantes que concluíram o curso do IFAP-Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas , assim como o Coordenador do Curso FORGEP do ISG, Professor Doutor Rui Teixeira Santos.
21 Janeiro, 2020
No âmbito do Programa INSPIRING, hoje estamos na Escola Secundária da Ramada a promover as Licenciaturas do ISG.
Gestão, Economia, e Gestão de Recursos Humanos
20 Janeiro, 2020
Jornadas ORSIES, uma iniciativa do Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior (ORSIES) e da Forum Estudante, que decorre hoje dia 20 de janeiro de 2020, entre as 10h e as 16h, no Salão Nobre da Escola Superior de Educação de Lisboa, no Campus de Benfica do IPL, em Lisboa.
Este evento tem como objetivo apresentar os resultados dos dois grupos de trabalho desenvolvidos durante o ano de 2019 pelos membros do ORSIES: grupo de trabalho sobre Indicadores de Responsabilidade Social das Instituições de Ensino Superior; e grupo de trabalho sobre Aprendizagem e Serviço.
O ISG está presente nas Jornadas, na pessoa da Diretora de Relações Internacionais, Dra. Marta Almeida Santos e o Coordenador do GRIE do ISG, Dr. Rui Caldeira.
17 Janeiro, 2020
A mim anima-me sempre a perspetiva de poder empreender do ponto de vista profissional, institucional e pessoal, que apesar de parecer concetualmente díspar, pois abarca na sua génese três facetas diversas da minha vida, é na realidade impulsionada pela mesma vontade de fazer e de refazer.
Na realidade, o empreendedor é antes de mais uma pessoa e daí que, antes dos afazeres profissionais, haja a vida pessoal e é esta que orienta, através dos nossos valores e princípios, aquilo que queremos fazer em termos laborais. Aliás, atualmente, é unanimemente considerado que, antes de tudo, está a pessoa dotada dos seus direitos cívicos, consignados na Lei Fundamental e na Lei Substantiva.
Pelo que, é relevante termos sempre a consciência que somos o reflexo das nossas aprendizagens e competências adquiridas ao longo da vida.
Digo isto, porque quem empreende, nas diferentes áreas de atividade da economia nacional e transnacional, provoca mudanças, altera padrões de comportamento e é geralmente indutor de disrupções, sendo, por definição, disruptivo.
Daí que fazer e refazer seja uma característica de quem empreende, de quem assume o risco de voltar a fazer quando entende que há que começar de novo. No entanto, só haverá esta consciência se tiver havido ao longo da educação formal e informal um processo de vivência de experiências e de aquisição de comportamentos que levem o empreendedor a estar convicto da bondade de fazer e de refazer para conseguir alcançar o sucesso na implantação da sua ideia. E, caso haja necessidade de ser reformulada por haver por parte do mercado uma fraca adesão, consiga fazer isso sem perder a vontade e a determinação que esteve na origem da conceção do novo conceito.
O empreendedor é, igualmente, alguém que está permanentemente preocupado com as necessidades da sociedade e de como, através das respetivas ideias de negócio, pode contribuir para a melhoria das condições de vida dos cidadãos.
Por isso, é necessária uma atitude que incorpore a inovação, a criatividade e que seja em simultâneo transmissora da modernidade tão necessária ao avanço civilizacional que é imperioso estar incorporado em todos os novos conceitos.
Mas não é possível fazer tudo isto se ao longo da vida, ou melhor, na formação ao longo da vida, não tiver havido os inputs necessários à aquisição duma cultura educacional, científica e laboral que evidencie que falhar faz parte do processo criativo e que, por isso, fazer e refazer é a génese do empreendedorismo, pois só tem sucesso quem falha uma, duas ou as vezes que forem necessárias até alcançar o êxito, que nunca é definitivo, pois o empreendedor tem de acompanhar o processo de globalização, o que implica uma forte apetência para a adaptabilidade.
Por isso, formulo votos que nos próximos trezentos e sessenta e seis dias façam e refaçam as vezes que forem necessárias!
Leia o artigo na íntegra, por DrªTeresa Damásio, Administradora do Grupo Ensinus