28 Janeiro, 2015
Os alunos André Sanches, João Dias, Luís Tomás e Pedro Mendes, que frequentam o 12º ano do Curso Técnico de Gestão no INETE, constituem a equipa vencedora do Concurso Brand Image.
A final decorreu no passado dia 23 de Fevereiro nas instalações do Campus Universitário da Ameixoeira, com a apresentação das propostas pelas três equipas finalistas.
Este concurso surgiu no âmbito de um protocolo entre o ISG/INP e o Clube Oriental de Lisboa e tinha como objectivo a criação e e implementação de um projecto de rebranding, marketing e comunicação.
Além de uma bolsa correspondente a 50% de uma licenciatura no ISG/INP, a equipa vitoriosa receberá um prémio monetário, no valor de 15% dos contratos de patrocínio que o grupo gerar para o Clube Oriental de Lisboa, durante a implementação do projecto implementação de um projecto de rebranding, marketing e comunicação.
Parabéns aos alunos e professores envolvidos pela dedicação, empenho e persistência!
28 Janeiro, 2015
Inscrições Até 30 de Março
Erasmus – Estudos e Estágios | ISEP
Programa Overseas | Programa Leonardo Da Vinci
GRIE – Gabinete de Realações Internacionais, Estágios, Emprego e Empreendorismo
28 Janeiro, 2015
Feira de Empregos e Estágios
7 Março | 9 – 18h
Campus Universitário da Ameixoeira
Participação gratuita, mas com inscrição obrigatória através de envio de e-mail para (cristina.matos@ulusofona.pt ou ruicaldeira@isg.pt).
28 Janeiro, 2015
O Estatuto do Especialistas nas Institutições de Ensino Superior Politécnico vs “os especialistas de reconhecido valor”
15 Março | 15h00 | Auditório do Complexo Educativo do ISCE
Inscrições até ao dia 14 de Março através de informacoes@fundacaoverney.org
Cartaz
28 Janeiro, 2015
Semanário Sol – 9 de Março de 2012
por, Dr. Carlos Vieira – Administrador Ensinus
Atenta a realidade actual do ensino superior português em que o Orçamento de Estado despende anualmente nas instituições de ensino superior estatais um valor de cerca de 2,1 mil milhões de euros e em que o subsector do ensino não estatal representa cerca de 25% do total torna-se necessário equacionar uma fórmula de regulação que permita salvaguardar aspectos importantes relacionados com a concorrência. Isto porque as instituições não estatais deparam-se com um Ministério que as tutela e regula e que ao mesmo tempo é o detentor da maioria das instituições de ensino estatais.
Os recentes acontecimentos que permitiram a redução dos subsídios de férias e natal dos funcionários públicos vieram acrescentar uma distorção adicional de concorrência face às instituições não estatais. Certo é que muitas destas já iniciaram planos de redução da massa salarial mas a agilidade nunca poderá ser igual à que o Estado apresentou e certamente irão surgir casos de litigância.
O Estado instituiu em 2007 uma fundação de direito privado – a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) – que tem como missão garantir a qualidade do ensino superior em Portugal, através da avaliação e acreditação das instituições de ensino superior e dos seus ciclos de estudos.
Ora, neste pequeno artigo pretendo demonstrar, pela análise do que tem vindo a ser a actuação da A3ES, que se agravaram ainda mais as condições de concorrência do sector, pelas seguintes razões:
- A A3ES foi constituída apresentando uma estrutura de Conselho de Administração não independente que dá mais peso às instituições estatais;
- A contratação dos especialistas que fazem parte das comissões de avaliação é feita por convite e não por concurso público (a este propósito, penso que a A3ES não está obrigada a cumprir o Código da Contratação Pública, o que é manifestamente lamentável!);
- Os especialistas referidos no ponto acima são, na maior parte das vezes, de instituições estatais concorrentes das instituições em avaliação;
- As instituições de ensino superior são obrigadas a avaliação por parte da A3ES não sendo possível recorrerem a outras agências internacionais reconhecidas pela ENQA (European Association for Quality Assurance in Higher Education) o que, manifestamente vai contra toda a regulamentação comunitária em termos da Directiva “Serviços”. Note-se que a A3ES não é, sequer, membro da ENQA;
- A fixação dos preços da avaliação por curso é unilateral e idêntica quer se esteja a avaliar um curso de Medicina ou um curso de Gestão;
- Na actuação da A3ES têm sido reforçados argumentos para a não aprovação de cursos como por exemplo, baseados na pouca empregabilidade dos mesmos;
- A realização de que se tem mais vangloriado a A3ES é de já ter sido capaz de fazer, directa ou indirectamente, encerrar um número significativo de cursos. Assim, é necessário que a A3ES se foque na avaliação quantitativa e qualitativa, com base em critérios uniformes e que permita a criação de rankings que permitam uma decisão consciente por parte dos candidatos a alunos.
Nesta lógica poderemos ter, de uma forma adaptada mas realista, uma entidade reguladora que permita defender a livre concorrência e a consequente melhoria da qualidade do ensino superior português.”
28 Janeiro, 2015
No âmbito da IIII SEMANA NACIONAL DE MARKETING que decorre de 16 a 20 de Abril. A APPM gostaria de lançar um desafio aos nossos alunos.
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