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“Os desafios de um professor do século XXI”

“Os desafios de um professor do século XXI”

Mais do que nunca à escola de hoje exige-se que prepare os seus alunos para uma sociedade global e digital, que os capacite com conhecimentos, atitudes e valores para que sejam capazes de enfrentar o futuro incógnito.

A motivação para o sucesso educativo e o apoio ao docente na implementação de estratégias de comunicação com os alunos, bem como para os desafios diários do ensino actual, é o objectivo das estratégias aqui apresentadas para o desenvolvimento da liderança do professor.

«Qualquer programa nacional de promoção do sucesso escolar só terá sucesso se houver mudança nas práticas lectivas e colaborativas dos professores e, para que tal aconteça, os professores devem assumir por inteiro a sua autonomia para a construção reflexiva de uma escola de todos e para todos» refere António Duarte Cunha, deputado no círculo eleitoral do PSD Porto.

Os desafios de um professor do século XXI constituem uma visão positiva da sala de aula com exemplos e ferramentas práticas e uma reflexão sobre as práticas educativas que pretende constituir-se como um incentivo à mudança do que fazemos no actual contexto educativo e uma forma de repensar os desafios à liderança em sala de aula e ao processo de ensino e aprendizagem com a transição digital.

Integrada nessa reflexão torna-se relevante a diversificação de ferramentas para ajudar de forma positiva e construtiva os professores a lidarem com as transformações que a liderança da prática docente tem vindo a enfrentar a partir de uma reflexão inicial sobre o que podemos nós mesmos mudar quando acreditamos em nós próprios e acontece a verdadeira transformação na história de se “Ser professor: a alquimia do conhecimento e da emoção”.

Tratam-se ainda de ferramentas que poderão ser enquadradas no conceito de Apoio Tutorial Específico alargado aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário que não transitaram em 2019/2020. Aí encontra-se previsto que todas as escolas devem criar um programa de mentoria que estimule o relacionamento interpessoal e a cooperação entre alunos. O modo de funcionamento das tutorias é definido pela escola, sendo o acompanhamento dos alunos realizado pelo professor tutor, em estreita ligação com o respetivo conselho de turma, em articulação com o programa de mentorias.

Perante a evidência de que efectivamente “a condição natural da escola é o sucesso dos seus alunos’”, as estratégias apresentadas poderão ajudar as escolas, e os professores, claro está, a estabelecerem os alicerces para uma Escola que exige práticas de ensino diferentes na época que vivemos e com estilos de liderança adequados aos desafios das novas gerações do perfil dos alunos do século XXI.

E é nesse momento que, como diz August Cury (2006): “bons filhos conhecem o prefácio da história dos seus pais. Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas. Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes. Bons jovens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar (…)»

Professora Doutora Lurdes Neves, Coordenadora da Pós-Graduação em Gestão e Administração Escolar para a revista Human Resources

Ex-Aluno ISG convidado para aula de Inovação, Criatividade e Empreendedorismo

Ex-Aluno ISG convidado para aula de Inovação, Criatividade e Empreendedorismo

No ISG damos voz aos nossos antigos alunos!

O Dr. Carlos Sezões, ex-aluno do Mestrado em Gestão do Potencial Humano, foi convidado pelo Professor Doutor José Lopes Costa para auxiliar uma aula de Inovação, Criatividade e Empreendedorismo, para alunos do 3º ano da Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos.

O convidado desta sessão é ex-Partner em Portugal da Stanton Chase International, uma das maiores multinacionais de Executive Search, Talent Management e Executive Coaching e focou o tema “O Papel dos Gestores de Recursos Humanos numa Cultura Organizacional geradora de Inovação”.

Liberdade de planeamento e evasão fiscal

Liberdade de planeamento e evasão fiscal

O Professor Doutor José Maria Pires, Coordenador Científico da nova Pós-Graduação em Fiscalidade Avançada ISG escreveu mais um artigo para o jornal Vida Económica, com o título “Liberdade de planeamento e evasão fiscal”.

Leia o artigo aqui.

Ficou curioso e gostava de ler mais artigos sobre a área da fiscalidade?
Passe pelo nosso site e visite o separador “Fiscalidade ISG – Vida Económica”, no âmbito do CIT- Centro de Investigação Tributária.

Conheça também a nova Pós-Graduação em Fiscalidade Avançada.

A comunidade científica tem que se vulgarizar

A comunidade científica tem que se vulgarizar

Quando pensamos na Ciência achamos que só uma elite é que pode e deve ter acesso a esta quando é precisamente o oposto.

A comunidade científica tem vindo a crescer. Há programas escolares e académicos que têm promovido a massificação da cultura científica através do envolvimento de toda a comunidade. Desde o ensino básico que temos as aprendizagens gizadas em torno da difusão de diferentes áreas que visam estimular a inovação, a criatividade e o pensamento crítico. Mas, é quando chegamos ao ensino superior que encontramos mais obstáculos a superar.

A priori não deveria ser assim. A existência de programas de graduação, de mestrado e de doutoramento deveria tornar tudo mais simples e as atividades de investigação deveriam ser populares e de fácil acesso. No entanto, os dados dizem-nos que não é assim e apesar da existência da Fundação para a Ciência e Tecnologia,entre outras das quais destaco a Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Champalimaud que visa precisamente apoiar os investigadores os números de mestres e doutores ainda não estão em linha com o resto da União Europeia e muito menos com os dos Estados Unidos e do Japão.

A nível europeu existem diversas organizações como o European Research Council que fomenta a educação e a cultura científica europeia, mas mesmo assim o número de investigadores portugueses envolvidos não é satisfatório.

É certo que tem sido feito um esforço enorme através de instrumentos como a Plataforma Ciência Viate, entre outros, que visa uma gestão eficaz do curriculum científico, mas mesmo assim ainda não conseguimos massificar a educação e a cultura científica.

É preciso ir mais além e reformular a forma como se pensa o ensino superior e a ligação que existe entre a instituição de ensino e as atividades de investigação que devem começar a ser promovidas desde o primeiro dia de aulas na universidade de forma transversal em todas as áreas científicas. É essencial ter presente que a investigação não é um exclusivo das científicas exatas e que todos podem e devem participar em atividades de educação e cultura cientifica.

Se este propósito for assumido pela sociedade no seu todo, conseguiremos que a ciência fique ao alcance de todos e que o trabalho que é iniciado no ensino básico e secundário tenha continuidade no ensino superior.

Dra. Teresa do Rosário Damásio, Administradora do Grupo Ensinus para a Link to Leaders

Seminário / Webinar “Gestão da Aeronavegabilidade” na Publituris

Seminário / Webinar “Gestão da Aeronavegabilidade” na Publituris

Não se esqueça que é já na próxima quarta-feira, dia 20 de outubro, que acontece o Seminário / Webinar “Gestão da Aeronavegabilidade”!

Entre as 18h30 e as 20h30, vários oradores especializados nesta área profissional, marcarão presença no ISG para uma sessão com imensos temas aliciantes para discussão no sector e que marcará o lançamento da primeira edição da Pós-Graduação em Gestão da Aeronavegabilidade.

Consulte o programa

Mas enquanto espera por esta oportunidade, poderá ler a notícia partilhada pela Publituris

Descubra também a Pós-Graduação em Gestão da Aeronavegabilidade curso ao detalhe.

ISG com 25% de Alunos Internacionais

ISG com 25% de Alunos Internacionais

No ISG, o futuro, alicerçado a uma vasta tradição, é em simultâneo um método e um objetivo em todas as atividades académicas. Com esta ideia de passagem pelo tempo, que é óbvia na pedagogia pela atualização constante de conteúdos e pela experiência dos professores, a primeira escola de gestão em Portugal assume que o futuro não se atinge sem pontes internacionais, que cumprem o objetivo de partilhar conhecimento, tradições, línguas e todos os preceitos culturais que definem as pessoas.

A totalidade de estudantes que, vindos de outros países, escolheram o ISG para estudar representa cerca de 25% do corpo discente, entre os vários ciclos de estudo. Esta lista engloba, naturalmente, estudantes com dupla nacionalidade, mas a ambivalência de terem uma origem distante e uma proximidade emocional são também pontos fulcrais que consagram o ISG como uma escola de gestão internacional.

É possível inferir que o contexto linguístico é um dos principais motivos que levam um estudante estrageiro a escolher o ISG como destino académico. Uma determinada língua (neste caso, o português) é o código de comunicação e é também o veículo que torna comuns as ideias partilhadas entre os interlocutores. Com base nesta premissa e considerando que 74,07% dos estudantes estrangeiros que estudam no ISG são oriundos de países de língua oficial portuguesa, é muito óbvio que a proximidade idiomática é também um ponto de encontro de objetivos académicos.

Com 37,03% de estudantes, Angola é o país que mais representantes tem no corpo discente internacional do ISG. Logo a seguir, há 22,22% de estudantes oriundos de Moçambique e o Brasil ocupa o terceiro lugar com 11,11% de estudantes.

A Europa também configura o território de origem de muitos estudantes estrangeiros, com uma representatividade de cerca de 14,81% por entre todos os estudantes do ISG. Como corolário desta análise, o ISG sublinha a sua posição como uma escola internacional e com uma posição bem definida no mercado empresarial em pelo menos três continentes.  O resultado deste processo é o lema do ISG: O Futuro Começa Aqui!