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ISG e RIEDULAB em Videoconferência: O FUTURO do ISG!

ISG e RIEDULAB em Videoconferência: O FUTURO do ISG!

ISG e RIEDULAB em Videoconferência: O FUTURO do ISG!
O Grupo Motor do ISG realizou, hoje, mais uma reunião, no âmbito do desenvolvimento do novo do Modelo de Ensino para o ISG.
Esta estratégia, coordenada pela Riedulab através do Professor Lluís Tarín, membro da Equipa do Professor Xavier Aragay, passou a contemplar um reforço da inclusão de recursos curriculares on-line.
O novo modelo de ensino tem vindo a ser estruturado durante largos meses, assente na transformação educativa e sobre os novos modelos de pessoa/aluno, e esta reunião foi agora demais importante para o contexto dos dias de hoje.
Aqui tu és o FUTURO!

Saiba mais em: www.riedulab.net ou https://xavieraragay.com/

TESTEMUNHO – Ana Cristina Jara

TESTEMUNHO – Ana Cristina Jara

Ana Cristina Jara
Aluna do 2º ano da licenciatura em GRH

Boa tarde, sou aluna do Instituto Superior de Gestão e estou no segundo ano da licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. Face à difícil situação atual que enfrentamos, penso que o ISG agiu rapidamente, no sentido de responder às necessidades dos alunos enquanto estudantes.
Foi-nos comunicado que os professores iriam reajustar a metodologia de ensino e, assim o fizeram. Quer pela adoção, de aulas à distância – videoconferência, permitindo a interação aluno-professor, através de plataformas como o Zoom, o Skype, as quais permitem o professor transmitir as informações necessárias, bem como o esclarecimento de dúvidas, mostrando-se, ainda, disponíveis para responder às mesmas via e-mail, quer pela contínua disponibilização do material de estudo (como os powerpoints, os exercícios práticos, entre outros) na plataforma já conhecida pelos alunos – Moodle, na qual, também, são realizados testes e exercícios que são submetidas para avaliação. Desta forma, os professores e alunos têm conseguido acompanhar e manter todo o programa curricular previamente estabelecido.
Tendo em conta a alteração de todas as rotinas, o ISG mantém o horário de lecionamento, de modo a proporcionar aos alunos o ritmo de estudo.

TESTEMUNHO – Paulo Jorge Mantas Parreira

TESTEMUNHO – Paulo Jorge Mantas Parreira

Paulo Jorge Mantas Parreira
Aluno do Curso FORGEP – 2019/2020
Inspetor da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde Licenciado em Direito

“Todos nós temos talentos diferentes, mas todos nós gostaríamos de ter iguais oportunidades para desenvolver os nossos talentos. – John Kennedy
Na minha vida pessoal e profissional, procuro aplicar os ensinamentos que vou recolhendo, por forma a melhor abraçar os projectos em que me envolvo.
E, se é certo que a experiência acumulada no exercício das minhas funções, aliada à licenciatura que frequentei, foi fundamental para desenvolver e cimentar quer a minha capacidade crítica quer o meu contributo para a resolução de problemas, com a seriedade e a solidez exigida, o tempo criou em mim a vontade de encontrar um desafio suficientemente capaz de me fazer crescer, proporcionando-me uma abordagem a novas ferramentas e a abertura de novos horizontes do e no pensamento. Por isso, sinto que a minha opção de frequentar o curso de FORGEP no ISG, se revelou um excelente complemento à minha evolução pessoal, um estímulo à criatividade e uma oportunidade para desenvolver o meu talento.

Por outras palavras, essa escolha foi uma aposta ganha:
(i) pela forma como o saber nos foi transmitido pelo seu corpo docente – com total disponibilidade e empenho,
(ii) pelos conhecimentos adquiridos e, last but not least,
(iii) pelo pensamento e espírito de partilha que esteve sempre presente entre todos os participantes, doravante verdadeiros amigos e companheiros.”

Gestão e administração em rede -Sempre em ON

Gestão e administração em rede -Sempre em ON

A recente situação de pandemia do COVID-19 e a necessidade de respostas rápidas em termos de comunicação e operacionalização de sistemas, comprovou a robustez de diversas estruturas de gestão e administração.
Centenas de plataformas digitais de acesso a dados, milhares de aplicações e milhões de computadores e portáteis estão interligados através da rede digital, por entre milhares de km de cabos que cruzam bastidores vestidos de fios e luzes que piscam em cada byte que circula.

Na última semana, com milhões de pessoas a trabalharem a partir de casa, em ligação remota e com as instituições e empresas a comunicarem mais intensamente pelas plataformas digitais, a União Europeia teve de pedir à Netflix para transmitir em baixa definição. Estava em causa a intensidade do fluxo e o risco do crash…

A rede digital é uma ferramenta imprescindível para a dimensão funcional e orgânica dos sistemas de comunicação. Ainda que o ouro possa ter sido um investimento intemporal, os sistemas digitais e a sua propriedade, ao assumir a dimensão da base de funcionamento do mundo, tornou-se estratégico e precioso.

Nesse sentido e em caso de ocorrência de um desastre natural, pela imprevisível geodinâmica terrestre, a eventual inoperacionalidade da rede por cabo colocará em causa a maioria das estruturas digitais. Num cenário desta tipologia, a rede 5G será uma alternativa fiável para a gestão de operações e socorro?

A esmagadora maioria dos portugueses pertence à geração Y (millennials), pela utilização diária de inúmeras ferramentas digitais. Neste momento, através de um computador ou de um smartphone, resolve-se um crescente conjunto de operações com empresas e com o Estado. Para esta realidade muito contribuiu o programa Simplex, lançado em 2006, pelo desenvolvimento de medidas inovadoras na componente digital da administração pública, que conquistaram o país e os cidadãos, num contínuo aperfeiçoamento tecnológico e legislativo.

Se a simplificação de processos e a desburocratização de procedimentos nos permitiu ter mais tempo para outras coisas, hoje, limitados na nossa mobilidade, devemos refletir no que devemos fazer diferente. Pessoalmente considero que o nosso futuro coletivo está dependente de uma melhoria da gestão e da administração em rede. O Estado deve continuar a promover e a assegurar o papel de regulador e de estratega, sem condicionar a iniciativa empresarial e respeitando a liberdade individual, preconizando políticas públicas inovadoras, sustentáveis, de fomento da coesão social e territorial. Tendo como objetivo a satisfação das necessidades essenciais e a garantia do funcionamento do país (até nos cenários mais adversos), a estratégia deve passar pelo substancial incremento de parcerias entre o setor público e privado num plano de rede, sob monitorização permanente.

A segurança das pessoas e das organizações, a solidez da economia, a prosperidade e a inovação não podem estar condicionadas a ideologias, crenças ou a agendas corporativistas. Nos últimos dias comprovou-se a real importância de cada área e do que é fundamental para o futuro coletivo. Na área do ensino, por exemplo, são os professores e as plataformas digitais que estão a permitir continuar a assegurar a partilha de conhecimento, o desenvolvimento do raciocínio e da compreensão, para a conclusão de cada ciclo de estudo.

Pensem na Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, para as suas diretrizes e protagonistas e vejam se o que esta instituição pública tem exigido às estruturas de ensino superior (a suprema relevância da investigação e publicação de artigos científicos), agora, nos serve de alguma coisa? Hoje, com os professores e os alunos em casa, qual é a mais valia de os docentes do ensino superior terem artigos científicos publicados em revistas SCOPUS?!? Espero que o desenho do novo estilo de vida consagre a reestruturação de instituições como esta, para o que é efetivamente importante e determinante.

Nos últimos dias há quem tenha voltado a valorizar a vida, a reforçar a dispensabilidade de doutrinas ignóbeis e até o supérfluo, que há duas semanas era indispensável. Somente num trabalho em rede, repito, conseguiremos recuperar os danos sociais e económicos que estão a ocorrer, num novo ciclo que congregue todos e cada um de nós.

Professor Doutor João Caldeira Heitor, secretário-geral do ISG para o Link to Leaders

O que não nos derruba torna-nos mais fortes!

O que não nos derruba torna-nos mais fortes!

As mudanças ocorridas nos últimos tempos incutiram um novo ritmo, novas exigências e novos desafios que se têm multiplicado, a cada dia, devido à subida exponencial de infetados com o coronavírus.

O sucesso no combate a este surto depende da nossa resiliência, isto é, da nossa capacidade para recuperarmos da situação de adversidade em que nos encontramos. A resiliência resulta, assim, do balanço que ocorre entre a tensão dos fatores de risco e a capacidade para os enfrentar, mantendo o equilíbrio e a responsabilidade.

As pessoas resilientes são mais criativas, adaptam-se mais facilmente à mudança e são mais perseverantes quando enfrentam situações adversas, pois aceitam a realidade como ela é, acreditam num conjunto de valores que dão significado à vida e têm grande capacidade de improvisar.

Perante a situação de pandemia em que o mundo se encontra, a resiliência é fundamental para transformar as adversidades em oportunidades de crescimento, desenvolvimento e adaptação à mudança, tanto ao nível individual como ao nível organizacional.

A resiliência não é entendida apenas como uma estratégia de coping para lidar com tempos difíceis, pois não se limita a uma capacidade que se expressa, apenas, em tempos de adversidade. Envolve também uma componente de proatividade que marca a diferença entre aqueles que conseguem recuperar depois das dificuldades e aqueles que são incapazes de reagir. Além disso, é um fator fundamental para que os indivíduos sejam perseverantes face aos problemas e consigam encontrar soluções inovadoras para os superar.

Outrora entendida como um raro traço de personalidade, a resiliência é afinal uma capacidade psicológica dinâmica e maleável que pode ser desenvolvida através de sete etapas:

Identificar os problemas e procurar soluções
Estabelecer limites de forma a não se deixar envolver pelas adversidades
Desenvolver relações satisfatórias com os outros
Ter prazer em realizar as atividades das várias esferas da vida
Ser criativo para pensar de forma diferente
Humor para diminuir a tensão e enfatizar o lado caricato das adversidades
Ética para guiar as suas ações
Quando a adversidade é encarada como uma oportunidade para superar os próprios limites, torna-nos mais fortes, porque os momentos maus são fundamentais para valorizarmos o que a vida tem de bom!

Professora Doutora Rosa Rodrigues, Docente do ISG, para a InfoRH