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Dra. Teresa do Rosário Damásio é consultora internacional na área da Educação/Ensino Superior

Dra. Teresa do Rosário Damásio é consultora internacional na área da Educação/Ensino Superior

É com grande felicidade que partilhamos com todas as nossas Comunidades que a Senhora Administradora do Grupo ENSINUS, Dra. Teresa do Rosário Damásio, a convite da GLG- Gerson Lehrman Group, Inc., integra partir de hoje o painel de consultores internacionais na área da Educação/Ensino Superior para os mercados de Portugal, Espanha, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola, São Tomé e Príncipe, e Moçambique.

Não podíamos estar mais orgulhosos com o reconhecimento além fronteiras do seu contínuo trabalho na área da Educação/Ensino Superior, bem como no interesse para o estudo do mercado Ibérico e da CPLP.

Por mais e melhor Educação na Península Ibérica e na Lusofonia!

Ao trabalho, muitos parabéns!

ISG pelas escolas de Leiria

ISG pelas escolas de Leiria

Esta semana andámos por Leiria para dar a conhecer a Primeira Business School, em Portugal, em parceria com a Inspiring Future.

A equipa de Relações Institucionais do ISG, representada pela Dra. Sara Costa, Public Relations Manager e pelo Dr. Rafael Vieira, Institutional Relations Manager, esclareceu todas as dúvidas e apresentou toda a nossa oferta formativa aos alunos e alunas das Escolas Secundárias Rafael Bordalo Pinheiro, Francisco Rodrigues Lobo, Ansião, Domingos Sequeira, Afonso Lopes Vieira, Calazans Duarte, Vieira de Leiria, Inês de Castro.

Continuamos a nossa viagem pelo país.

Queres saber qual é o nosso próximo destino? Visita o calendário do programa em: https://www.isg.pt/home/comunidade/inspiring-future/

Vem ter connosco!
O Futuro Começa Aqui!

Princípio de Plena Concorrência – Princípio com (in)certeza

Princípio de Plena Concorrência – Princípio com (in)certeza

Já se encontra disponível o mais recente artigo de opinião do Dr. Luís Ramos, Docente da Pós-Graduação em Fiscalidade Avançada do ISG.

“Princípio de Plena Concorrência – Princípio com (in)certeza” é o título do artigo partilhado pelo jornal Vida Económica que pode ler aqui.

O retorno social da educação

O retorno social da educação

Os rendimentos futuros das pessoas dependem do investimento na sua educação. Investigações mais recentes confirmam a existência de uma relação positiva entre a educação e os rendimentos individuais e acrescenta que, em média, num conjunto alargado de países, um ano adicional de educação corresponda a um acréscimo de rendimento individual entre 7,5% e 10% por ano.

A educação é, pois, um fator determinante para o designado capital humano e impulsionadora do desempenho individual. Os estudos económicos vão ainda mais longe ao defender que os benefícios da educação na sociedade, os chamados retornos sociais, superam o somatório dos retornos individuais: a educação pode acelerar o crescimento económico.

De facto, comparando países com taxas de crescimento diferentes, podemos constatar as variações nos níveis de educação que acompanham estas diferenças. Alguns modelos tentam ainda explicar a associação do nível médio de educação à produtividade de cada pessoa, defendendo que a presença de trabalhadores mais qualificados aumenta a produtividade de outros trabalhadores. Trata-se do designado efeito de externalidade, em que as decisões de uma pessoa sobre a sua educação têm impacto direto noutras.

As externalidades da educação não se resumem ao efeito positivo na produtividade. A educação pode ainda reduzir a probabilidade de realizar atividades que geram externalidades negativas. A educação está ainda associada a uma participação mais informada e ativa na vida cívica, à redução da criminalidade e, por norma, leva a tomar melhores decisões.

A possibilidade da educação ter um retorno social superior ao individual é de extrema relevância prática. Um dos argumentos para o financiamento da educação pelo Estado tem como origem o reconhecimento de que a educação recompensa a pessoa, mas cria também inúmeros benefícios partilhados pela sociedade e que beneficiam a sociedade. Nos últimos anos, surgiu ainda um vasto número de artigos científicos que procuram avaliar a magnitude destes retornos sociais, designadamente com o objetivo de medir a eficiência do investimento público na educação.

A educação pode ser assim um importante fator de convergência. Dada a associação positiva entre o nível de educação e o nível de rendimento, verifica-se que os países de nível de rendimento mais baixo são os que registam menores níveis de educação. Adicionalmente constata-se também que, na interação entre trabalhadores mais e menos qualificados, geram-se as grandes oportunidades de partilha de conhecimento e competências, o que acaba por representar um retorno social acrescentado.

De acordo com este argumento, a distribuição dispersa dos níveis de educação será proporcionadora de maiores externalidades.

Professora Doutora Lurdes Neves, Presidente do Conselho Geral, Investigadora e Docente do ISG para o Link to Leaders