8 Maio, 2018
ISG: ÚLTIMA SESSÃO DA ACADEMIA FINANCEIRA
No próximo dia 9 de maio, das 10h30 às 12h30, realiza-se no ISG | Instituto Superior de Gestão (Business & Economics School) a 10ª sessão da Academia Financeira.
Desta vez, o tema é A Importância da Economia Social na Sociedade. A sessão vai ser ministrada pelo Dr. Tomás Correia, Presidente da Associação Mutualista do Montepio Geral.
Está confirmada a presença dos alunos finalistas do Real Colégio de Portugal, da Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo, do Externato Álvares Cabral e da EPET.
A Academia Financeira
No âmbito da parceria estabelecida entre o ISG e o MoneyLab, nasceu um novo Projecto: a ACADEMIA FINANCEIRA. O tema principal é a educação financeira e esta iniciativa, tal como o Criar Saberes, encontra-se direcionada aos alunos do 10º, 11º e 12º anos (dos cursos de ciências e tecnologias e ciências socioeconómicas, e também de cursos profissionais como gestão, contabilidade, banca e seguros, comércio e marketing).
As dez sessões têm lugar nas instalações do ISG. Com a duração de 90 minutos, ocorrem mensalmente (de Novembro de 2017 a Maio de 2018) e contam com a presença de duas turmas por sessão. Vão ser abordados conceitos-chave transversais e um tema diferente em cada aula, de forma mais desenvolvida.
As escolas participantes têm a oportunidade de escolher um dos 10 temas das sessões, consoante o assunto e a data lhes seja mais conveniente.
Artigo publicado a 08/05/2018 na Mais Superior
7 Maio, 2018
Na próxima quarta-feira, dia 9 de maio, decorre a 10ª sessão da Academia Financeira, subordinada ao tema “A Importância da Economia Social na Sociedade”, vai ter como orador o Presidente da Associação Mutualista Montepio, o Dr. Tomás Correia.
Uma Academia Financeira!
2 Maio, 2018
Número total do Curso: 180 horas
Número de Horas em Sala de Aula: 135 horas
Visitas a Empresas: 45 horas
Outros: Visitas Culturais; Atividades culturais; Filmes: 45 horas
Tempo de Estudo individual: 45 horas
DATAS
Início do Programa: 21 de maio
Fim do programa: 14 de setembro de verão
Break: de 22 de julho a dia 3 de setembro
Inscrição: até 2 de maio
Conheça o nosso Programa
20 Abril, 2018
Temos a honra de informar que as autoridades egípcias vão conceder três bolsas de estudo a alunos portugueses para o ano académico 2018/19, com o valor de 500 libras egípcias, caso fiquem alojados no campus da universidade, ou 600 libras egípcias, se ficarem alojados fora do campus:
2 Bolsas para estudar a Língua Árabe, concedidas pelo Ministério do Ensino Superior, a alunos portugueses que já tenham algum conhecimento da língua árabe e que queiram estudar na Universidade do Cairo. Estas bolsas não são atribuídas a quem deseje estudar nas línguas, inglesa ou francesa. Os candidatos não podem cumulativamente ter outra bolsa egípcia ou ter familiares com alguma. A bolsa não prevê apoio a candidatos casados.
1 Bolsa para estudar Ciências Islâmicas, concedida pela Universidade de Al-Azahar a um aluno muçulmano de nacionalidade portuguesa.
Eventuais candidatos devem comunicar a sua intenção até ao dia 15 de junho de 2018 para informacoes@isg.pt ou Direção de Relações Internacionais | Global Office: elisabete.lourenco@ensinus.pt
19 Abril, 2018
A economia é uma ciência social cada vez menos previsível, pois grande parte das variáveis que influenciam o crescimento económico dificilmente são matematizáveis.
Durante esta semana, no World Economic Outlook (WEO), o FMI estimou um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional de 2,4% para 2018, acima da previsão do Governo que é de 2,3% de acordo com o Programa de Estabilidade e Crescimento 2018/2022. Em termos de tendência, nesse mesmo documento, o Governo estima um crescimento constante anual de 2,3% até 2020, abrandando o ritmo para 2,2% e 2,1% em 2021 e 2022. O FMI, por sua vez, anuncia um abrandamento da economia portuguesa já a partir de 2019, crescendo abaixo dos 2%.
A economia é uma ciência social cada vez menos previsível, pois grande parte das variáveis que influenciam o crescimento económico dificilmente são matematizáveis, como o progresso tecnológico, a cultura, a legislação, a decisão política ou a moda e os gostos dos consumidores. A este problema acresce o facto de o mundo estar em cada vez maior e acelerado ritmo de mudança dos seus sistemas sociais e económicos. Muitas vezes as previsões falham a três e seis meses sendo mais passíveis de errar quanto maior o horizonte temporal das mesmas.
Ainda assim, são boas notícias os valores previsíveis de crescimento económico anunciados em qualquer dos cenários, do Governo ou do FMI, e como muitas das decisões económicas dos diversos agentes são baseadas em expectativas, o futuro próximo deverá continuar a trazer boas notícias.
A maior divergência de previsões é relativamente ao saldo da balança corrente em que o FMI estima um superavit de 0,2% do PIB em 2018 e um défice de 0,1% do PIB em 2019. O Governo apresenta previsões bem diferentes e sempre com excedente: 0,7% do PIB em 2018, 2019 e 2020.
Também ao nível do desemprego em Portugal, o FMI estima que se situe nos 6,7%, já em 2019 e 7,3% até final deste ano. Na análise deste indicador, o Governo não é tão otimista, prevendo que a taxa de desemprego se fixe em 7,6% em 2018, 7,2% em 2019, 6,8% em 2020, 6,5% em 2021 e 6,3% em 2022.
Em qualquer dos cenários previstos pelo PEC ou pelo WEO, teremos “previsivelmente” bons desempenhos até 2020. A conjuntura é favorável no médio prazo. Será uma boa altura para continuar a controlar a inflação e proceder a adaptações estruturais. Vamos ver os “gap” que nos irá trazer a realidade em relação às previsões.
Diretor do ISG
Artigo em conformidade com o novo Acordo Ortográfico
Artigo publicado a 19/04/2017 em Jornal de Negócios
16 Abril, 2018
Amanhã, dia 17 de abril, vai ter lugar no ISG, a 9ª Edição da Academia Financeira, subordinada ao tema: “Para que servem e como funcionam os Seguros?”
Está confirmada a presença de 78 alunos do ensino secundário, do INETE e da Escola Secundária da Moita, respectivamente.