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Teletrabalho durante o confinamento: estudo ISG analisa Portugal e Brasil

Teletrabalho durante o confinamento: estudo ISG analisa Portugal e Brasil

O ISG – Instituto Superior de Gestão, em parceria com a CEUPI, do Brasil, comparou a perceção dos colaboradores portugueses e brasileiros acerca do teletrabalho durante o período de confinamento. As conclusões do estudo permitem identificar alguns padrões.

Nem sempre é fácil para as organizações gerir os colaboradores remotamente, sobretudo no que respeita aos níveis de produtividade e de motivação. Também as experiências mudam em função das características sociodemográficas e do contexto social e profissional em que as pessoas se encontram inseridas.

Para refletir sobre estas questões, a equipa de investigação em Gestão de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional do ISG  (com Casimiro Ramos e Rosa Rodrigues), em parceria com a CEUPI, de Teresinha, no Brasil (com Christiane Carvalho), realizou um estudo que procurou comparar a perceção dos colaboradores portugueses e brasileiros acerca do teletrabalho durante o período de confinamento.

Os padrões encontrados, referem os responsáveis da análise, poderão ajudar os gestores e decisores a refletir sobre as formas de aproveitar as vantagens que esta modalidade laboral apresenta.

O estudo contou com a participação de 339 indivíduos. 60% são portugueses e 40% brasileiros – sendo 55% do sexo feminino – e com idades que variam entre os 18 e os 74 anos, situando-se a maioria na faixa etária dos 26 aos 55 anos. Relativamente às habilitações literárias, verificou-se que mais de 75% dos participantes possui formação superior e que mais de 50% trabalham em empresas privadas de média e grande dimensão.

Com um total de 18 questões, o questionário (realizado entre os dias 22 de abril e 19 de maio), procurou comparar a perceção dos participantes sobre o teletrabalho e o trabalho realizado presencialmente, relativamente aos níveis de produtividade, relacionamento com colegas, chefias e subordinados, nível de despesas e tempo poupado em deslocações para o local de trabalho, motivação e níveis de stress, bem como a conciliação entre o trabalho e a vida familiar.

A análise da equipa de investigação do ISG e da CEUPI constatou que, de um modo geral, as respostas foram muito semelhantes, independentemente da nacionalidade. Vejamos algumas das conclusões:

#A maioria dos participantes declarou ter tido menos despesas semanais, poupando sobretudo nas deslocações para o local de trabalho, tanto em termos monetários, como no tempo gasto;

#Mais de 40% consideram ter trabalhado mais horas na modalidade de teletrabalho do que presencialmente nas empresas, pelo que acreditam terem sido mais produtivos;

#Em termos de comunicação e relacionamento com os colegas, as chefias e os subordinados, mais de 60% respondeu que a mesma não teve qualquer alteração. Apenas 18% considerou que esse aspeto foi pior ou mais difícil;

#Para mais de 50%, a experiência em teletrabalho permitiu planear estrategicamente a execução das suas funções, mas reconheceu que cerca de 40% das tarefas que executam no local de trabalho não são realmente necessárias;

#Em termos psicossociais, mais de 60% considerou que a falta do ambiente social não afetou a produtividade nem causou maior tédio ou desmotivação para iniciar as suas tarefas profissionais. Consideraram até que o seu nível de stress foi menor do que estando no local de trabalho;

#No item relativo à conciliação do trabalho com a vida familiar, a maioria considerou que a experiência em teletrabalho foi igual ou mais fácil, não tendo sido esse um aspeto particularmente impeditivo da produtividade.

#Por último, 50% dos inquiridos declararam que, no futuro, preferiam ter uma modalidade laboral mista, ou seja, 50% do tempo em teletrabalho e os restantes na empresa. Perante estes dados, os investigadores do ISG e da CEUPI salientam que “apesar da crise criada pela COVID-19 ter despoletado situações trágicas a todos os níveis e ter atingido toda a humanidade, contribuiu para quebrar o mito que existia em torno do teletrabalho, nas funções em que o mesmo é possível”. Deste modo, frisam, foi possível constatar que o teletrabalho é

Estudo do ISG em parceria com a CEUPI, do Brasil, no LINK TO LEADERS

Novo Protocolo – CTP

Novo Protocolo – CTP

O Instituto Superior de Gestão desenvolve a sua oferta formativa e a produção de conhecimento em estreita ligação com as associações e empresas das suas áreas de ensino.

No âmbito da Licenciatura em Gestão do Turismo e na interligação entre a nossa comunidade educativa e a cúpula do associativismo empresarial turístico, o Instituto Superior de Gestão e a Confederação do Turismo de Portugal celebraram um Protocolo de Cooperação.

Ao constituir-se como o organismo que aglutina a totalidade das associações empresariais da atividade turística, e tendo como missão, entre outras, a contribuição para o conhecimento científico do turismo como forma de preparação e implementação das medidas de política turística, a Confederação do Turismo de Portugal assume-se como uma parceira privilegiada para o Instituto Superior de Gestão, em termos gerais, e para os alunos da Licenciatura em Gestão do Turismo, em particular.

Sabe qual é o segredo da (boa) liderança? É mais simples do que possa imaginar

Sabe qual é o segredo da (boa) liderança? É mais simples do que possa imaginar

«No quadro do emaranhado das investigações e das imensas teorizações que se têm produzido sobre a liderança, continua a não haver nenhuma evidência sobre as características comuns aos líderes, a não ser o facto de possuírem seguidores voluntários e, por isso, os seguirem.»

Durante muitos anos, a tentativa para identificar padrões de comportamento associados à liderança explícita não conseguiu avançar muito nas caracterizações recorrentes da natureza humana. Porém, e ao que parece, não há nenhuma habilidade distinta e específica associada à liderança! Todos os casos são únicos, diferentes e, ao mesmo tempo, comuns.
No quadro do emaranhado das investigações e das imensas teorizações que se têm produzido sobre a liderança, continua a não haver nenhuma evidência sobre as características comuns aos líderes, a não ser o facto de possuírem seguidores voluntários e, por isso, os seguirem.
A perspectiva evolutiva da liderança sugere uma explicação simples e absoluta: os líderes de sucesso são, de alguma forma, melhores do que outros membros do grupo, quer na sua capacidade de compreender a natureza humana e a tarefa que enfrentam (inteligência), quer na capacidade de influenciar a acção e fornecer a orientação correcta ao grupo (assertividade). Se não fosse assim, outros membros iriam assumir o papel de líder.
O líder poderá estar certo da lealdade dos seus seguidores enquanto eles o considerarem e reconhecerem como íntegro, confiável, generoso, imparcial e capaz de se sacrificar para completar a tarefa e os objectivos partilhados pelo grupo. Isto é, naturalmente, diferente da dominância, que é baseada na coerção e na força. O medo apenas enfraquece o poder dos líderes, porque os indivíduos apenas agem por receio de represálias e pela coação. Estes líderes são simplesmente odiados e nem assim se deveriam designar. Mais tarde ou mais cedo estão condenados a serem afastados do cargo
Posto tudo isto, qual é então o “segredo da liderança”?
Se você quiser realmente ser um bom líder, seja para aqueles que lidera o mesmo líder que gostaria de ter. Talvez pergunte: será que o líder que eu gostaria de ter é o mesmo que os outros também querem? Quais são as qualidades dessa liderança? A resposta é mais simples do que possa pensar.
A ciência informa-nos que as características que fazem um bom líder são universais e constituem o lado positivo da natureza humana. Em todo o lado as pessoas querem ter uma liderança que seja:
1) confiável
2) inteligente
3) generosa
4) justa
5) capaz de se sacrificar pelo grupo
6) assertiva.
E mais: isto acontece apesar das diferenças culturais e não por causa delas. É tão simples e absoluto quanto isso!

Professor Doutor Paulo Finuras, Docente do ISG para a Human Resources

ISG assina Protocolo com a Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos

ISG assina Protocolo com a Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos

O Instituto Superior de Gestão e a Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos celebraram um Protocolo de Colaboração no âmbito da Licenciatura em Gestão do Turismo.

A Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos representa um significativo número de empresas de congressos, animação turística e eventos de Portugal, com associados aliados de outras empresas relacionadas com o sector turístico. Nesta parceria, os alunos da Licenciatura em Gestão do Turismo vão poder desenvolver conhecimentos com os dirigentes associativos destas áreas do turismo e aferir as dinâmica das mesmas.

ISG assina Protocolo com Associação Portuguesa de Resorts

ISG assina Protocolo com Associação Portuguesa de Resorts

O Instituto Superior de Gestão e a Associação Portuguesa de Resorts celebraram um Protocolo de Colaboração no âmbito da Licenciatura em Gestão do Turismo.

A Associação Portuguesa de Resorts representa um significativo número de empresas de turismo residencial e  de outras empresas relacionadas com o sector turístico.

Nesta parceria, os alunos da Licenciatura em Gestão do Turismo vão poder desenvolver conhecimento e aferir, presencialmente, as especificidades deste produto turístico, reforçando as suas competências para o mercado de trabalho.”

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PROJETOS, PROFESSOR ENG.º MANUEL VELUDO COORDENADOR CIENTÍFICO

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PROJETOS, PROFESSOR ENG.º MANUEL VELUDO COORDENADOR CIENTÍFICO

  1. Importância da gestão de projetos

A gestão de projetos e por projetos e programas tornou-se uma prática corrente das organizações públicas e privadas, independentemente do setor e da dimensão.

A necessidade de responder, com eficiência e eficácia, a novos desafios do contexto nacional e internacional, apresentando soluções inovadoras e de valor reconhecido pelos mercados, tem conduzido os executivos de topo a decidir qualificar profissionalmente muitos dos seus colaboradores como gestores de projetos, programas e portefólios.

Está demonstrado que as competências em gestão de projetos e a organização por projetos potenciam o desenvolvimento e a competitividade das empresas.

  • Porquê o ISG

O ISG foi das primeiras escolas de negócios em Portugal a criar um curso de pós-
-gradução universitária em gestão de projetos que aprofunda áreas do conhecimento como: gestão estratégica; gestão da mudança em contexto de incerteza (COVID); negociação e desenvolvimento de equipas de projeto; gestão das partes interessadas (stakeholders); gestão do cronograma; gestão económica e financeira (business case); gestão da qualidade, ambiente e segurança; gestão da informação e comunicação; gestão do risco; gestão das aquisições e contratos.

  • Metodologias pedagógicas

Através de metodologias teórica-práticas e utilização de ferramentas informáticas os participantes elaboram cronogramas e orçamentos de projetos e utilizam técnicas avançadas de monitorização e controlo de tempos e custos, em ambiente ágil de equipa de projetos, desenvolvendo a perícia do saber-fazer em contexto de incerteza, com apoio de especialistas da área (professores universitários e gestores de projetos certificados com elevada experiência profissional).

  • Pontos fortes do curso

No fim do curso, os participantes estão preparados para obter uma certificação profissional com reconhecimento internacional junto de entidades acreditadas como o PMI – Project Management Institute (PMP – Project Management Profissional ou CAPM – Certified Associate in Project Management) ou a IPMA – International Project Management Association (CPM – Certified Project Manager ou CPMA – Certified Project Management Associate) e serem membros associados da Associação Portuguesa de Gestão de Projetos (APOGEP).

  • Gestão de projetos e pandemia

Face ao impacte do COVID muitas organizações terão de reequacionar as respetivas competências em gestão da inovação e mudança organizacional. Este curso proporciona o desenvolvimento teórico-prático em metodologias ágeis, indispensáveis para rever a visão e implementar novas estratégias organizacionais