2º Edição CAGEP
Santander IE Best Practices in Digital Education for Teachers
O ISG promove junto da sua Comunidade Educativa o programa no qual o Santander Universidades e a IE Foundation oferecem em conjunto 5 mil bolsas de estudo online destinadas a professores, com o objetivo de potenciar a aquisição de “competências, ferramentas para a aplicação de métodos de ensino digitais, assim como apoiar na melhoria contínua da qualidade das aulas online”. O programa destina-se a Professores do ensino superior e secundário de todo o mundo, embora seja dada prioridade a naturais de um conjunto de países, de entre os quais Portugal. O curso será ministrado em espanhol, inglês e português, e tem a duração de 6 semanas. As candidaturas estão abertas até ao próximo dia 28 de abril.
Mais informações disponíveis em: https://www.becas-santander.com/pt/program/ie-online-teachers
CANDIDATE-SE!
Guia – Trabalhar a partir de Casa e Cuidar da Saúde Mental
Reunião Conselho Geral do ISG
O Conselho Geral do ISG reuniu hoje, com os conselheiros a analisar os dados relativos ao número de estudantes do ISG, as áreas de rentabilidade da instituição, o balanço do 1.º semestre do ano letivo 2019/2020 e a apresentação do plano de atividades.
Os diversos conselheiros, das mais variadas áreas da gestão e da economia, debateram os valores e os desafios do ISG face à nova realidade do processo de ensino/aprendizagem.
A marca ISG assume-se, na opinião dos membros do Conselho Geral, a imagem, a reputação e a garantia da qualidade do ensino que ministra.
Um novo ciclo para todos nós!
O desenvolvimento da vida na terra, assente na teoria da evolução social, concretizou-se através da diversificação das estruturas e do próprio ser humano. Esta (hipotética) evolução estancou, abruptamente, pela pandemia que vivemos e pelo confinamento social a que estamos sujeitos.
Encontramo-nos em processo de adaptação, interior e exterior. Interior, pelas novas rotinas, com os nossos órgãos, processos fisiológicos e mentais a reajustarem-se às limitações e à pressão psicológica. Exterior, relativamente ao meio ambiente em que passamos a viver (em casa), limitados na nossa mobilidade, privados da componente laboral que envolve os relacionamentos interpessoais e a combinação das funções individuais e coletivas.
A teoria da evolução social não previa o atual cenário que o mundo atravessa. Ao longo das últimas décadas alinhámo-nos às tecnologias e subjugámo-nos às modas, fomos seduzidos pela fama e pelo dinheiro, mas não fomos preparados, nem educados, para nos adaptarmos à ausência e à limitação.
O conceito de que só damos valor a “algo” depois de se perder esse “algo”, pode encaixar-se no ambiente que presentemente enfrentamos: a liberdade de movimentos, o afeto, a cultura (enquanto povo)…
A continuidade da vida social está a ser assegurada pelos órgãos do Estado, pela operacionalidade dos sistemas de saúde e segurança, pela reformulação das respostas das organizações, das escolas, das universidades e dos serviços públicos e privados. Sabemos que as leis, as normas e as regras continuam em vigor. São elas, inclusivamente, que nos asseguram alguma normalidade (dentro do imprevisível e anormal cenário).
Há uma significativa franja da sociedade portuguesa que já percebeu que o futuro individual e coletivo, dependerá da mudança de comportamentos. Afinal sobrevivemos sem jogos de futebol, sem concertos, sem a última versão do carro “x” da marca “y”, sem as últimas tendências da moda, sem as socialites e outras futilidades que, outrora, eram uma prioridade.
Hoje percebemos (ainda mais) a importância da família, da prática de hábitos alimentares saudáveis, do valor da saúde e dos sistemas de saúde, da prevenção e promoção de estilos de vida que conjuguem o trabalho, o lazer, a partilha e a entreajuda.
Quando isto acalmar e a sociedade começar a retomar a sua rotina, devemos indemnizar o ser humano pela remoção, neutralização e violação dos nossos próprios direitos. Sendo a sociedade composta por cada um de nós, devemos obrigar-nos, por uma questão de sobrevivência coletiva, a concretizar uma efetiva alteração de hábitos, compensando e restituindo o equilíbrio perdido nas relações pessoais e no respeito pela natureza.
Está na altura de aplicarmos na nossa vida, nas organizações onde trabalhamos, nas instituições a que pertencemos, o direito primitivo. Impõe-se reformular os rituais de vida e de ação. Não precisamos de sanções sociais ou legais. Necessitamos de ser mais autocríticos, mais responsáveis, mais exigentes pelo todo que integramos, mais humanos, mais conscientes e garantir que o futuro seja uma realidade (e não a palavra que agora nos surge distorcida).
Professor Doutor João Caldeira Heitor, Professor e Secretário-Geral do ISG, para o Link to Leaders.
