13 Abril, 2020
Decorreu hoje a Reunião com a Senhora Administradora do
Grupo Ensinus, Dra. Teresa Damásio, com todos os Dirigentes Centrais e
Dirigentes das Instituições de Ensino do Grupo Ensinus, com intuito de debater
e estabelecer procedimentos face às decisões tomadas em sede de reunião de
Conselho de Ministros que decorreu no dia 9 de Abril, e ultimar a abertura do
3°período letivo.
Um momento ímpar e estratégico na conjetura atual.
Continuamos a trabalhar sempre para mais e melhor Educação!
9 Abril, 2020
O Coronavírus 2 (SARS-coV-2) corre o mundo de forma indiscriminada e aloja-se inteligentemente nas células, tirando partido das nossas fragilidades para nos destruir”.
Leia o artigo de opinião disponível na plataforma Link to Leaders, do Professor Doutor Paulo Caldas, Coordenador Científico da Licenciatura em Economia e Docente no Instituto Superior de Gestão-ISG.
7 Abril, 2020
Ocorreu hoje, dia 7 de abril, pelas 11h, a Reunião via videoconferência entre a Direção do ISG, Secretário-Geral, Docentes e Direção dos Serviços Académicos do 1.º e 2.º Ciclo, onde foi efetuada a análise das aulas lecionadas durante as últimas semanas e definida a estratégia de atuação para o processo de ensino/aprendizagem até ao final do ano letivo.
O Diretor saudou os Docentes pelo empenho e dedicação que tem sido impressa neste momento de readaptação, assegurando-se a componente letiva e garantido o cumprimento dos programas nas diversas unidades curriculares que compõem a oferta formativa do ISG.
#isg #grupoensinus #juntossomosmaisfortes
#besafe #stayhome
6 Abril, 2020
O Anuário 2019 dos Estudantes Moçambicanos do Ensino Superior a Estudar em Portugal já está disponível para consulta.
É com grande orgulho que partilhamos o registo dos nossos Estudantes que fazem parte da família ISG, bem como ressalvamos o constante apoio que colocamos nesta parceria, efetivando desta forma a publicação e a concretização de uma memória coletiva e individual.
A acompanhar os registo das nossas Alunas e Alunos, partilhamos igualmente a oferta formativa do ISG – Instituto Superior de Gestão, Portugal e do ISG – Instituto Superior de Gestão, Administração e Educação, Moçambique, que se encontram nas páginas 67 e 203 do cantos superiores do livro ou em página do leitor online em 69 e 205.
3 Abril, 2020
Nem tudo o que luz é ouro: a importância do otimismo paradoxal.
Otimismo encontra-se fortemente associado a uma visão positiva da vida, mesmo em situações adversas, porque os eventos negativos são encarados como algo passageiro que pode ser ultrapassado.
As pessoas otimistas, geralmente, encontram-se mais satisfeitas, são perseverantes perante obstáculos e contrariedades e encaram as dificuldades como desafios e oportunidades de crescimento, pois aceitam os erros do passado, valorizam o presente e procuram oportunidades para avançar positivamente no futuro.
O facto de a positividade ter um papel determinante na nossa vida, não significa que os fenómenos negativos sejam necessariamente disfuncionais, porque o excesso de emoções positivas pode gerar irrealismo e incapacidade para prevenir problemas. Um otimismo irrealista despoleta condutas inapropriadas e coloca as pessoas em risco, devido às crenças exageradamente positivas e sem qualquer controlo quando são colocadas em prática.
Neste contexto, o ideal seria um otimismo realista, que contemple simultaneamente alguma dose de pessimismo, o denominado otimismo paradoxal. Os indivíduos que percecionam as situações de uma forma pessimista têm tendência a preparar-se com antecedência para as adversidades, procuram soluções que os ajudem a resolver os problemas e usam o negativismo como uma estratégia de comportamento pró-ativo. Ao renunciarem a passividade começam a agir quando se apercebem que estão numa situação difícil e elaboram planos para se defenderem e ultrapassarem obstáculos, o que esclarece e clarifica o poder positivo do pessimismo.
Os otimistas paradoxais são criativos e combinam a lucidez e a disciplina, com a responsabilidade e a irresponsabilidade, pois são simultaneamente introvertidos e extrovertidos, simples e orgulhosos, rebeldes e conservadores. São, ainda, reconhecidos pela sua propensão para analisar eventos futuros de forma assertiva, expressando de forma equilibrada as expectativas positivas e negativas, sem desvalorizar os riscos e baixar os níveis de esforço.
O pensamento positivo é muito exaltado hoje em dia, pois é inegável que o otimismo tempera e dá cor à nossa vida. Todavia, é fundamental utilizá-lo com conta, peso e medida, porque agir apenas com otimismo pode tornar-nos imprudentes e conduzir-nos ao fracasso.”
Mais informação
3 Abril, 2020
Hoje, dia 3 de abril, recomendamos a leitura do novo Artigo do Diretor do ISG, Professor Doutor Miguel Varela, no Jornal de Negócios.
Boas leituras!
A Necessidade Aguça o Engenho… (a COVID-19 e a Educação)
Os professores do ensino superior representam hoje uma classe envelhecida e avessa a tecnologias, em que a substituição dos retroprojetores de acetatos pelo PowerPoint levou anos a concretizar, assim como as máquinas de escrever pelos computadores.
A saúde e a educação são as áreas sociais mais sensíveis no que toca à governação, não só em Portugal, mas em todo o mundo.
Portugal tem uma educação muito tradicional, conservadora e resistente à mudança no que concerne, em especial, a modelos pedagógicos. Portugal tem uma política de saúde igualmente conservadora, no que se refere a financiamento, acesso e sistema, refém de poderosos grupos de interesse e de pressão.
Nunca a saúde teve tanta influência na educação, ainda que indiretamente, por via da pandemia que assola o mundo.
No que toca ao ensino superior, público ou privado, o ensino à distância sempre foi alvo de polémica e discussão, em especial no que se refere a cursos conducentes a grau académico. Em Portugal, resume-se praticamente, por força da legislação, aos cursos da Universidade Aberta. Muitas outras universidades já tinham na sua oferta formativa cursos online, nos modelos de e-learning e de b-learning, mas sobretudo em pós-graduações ou formação de executivos, com destinatários muito específicos.
Os professores do ensino superior representam hoje uma classe envelhecida e avessa a tecnologias, em que a substituição dos retroprojetores de acetatos pelo PowerPoint levou anos a concretizar, assim como as máquinas de escrever pelos computadores. Mesmo os docentes mais novos, mais apensos à utilização de tecnologias, foram formatados num modelo de ensino, o qual têm tendência a replicar nas suas aulas para as novas gerações e, por isso, resistem a sair da sua “zona de conforto”.
Nem os alunos estavam preparados para um modelo tão disruptivo, mesmo os das novas gerações, que perdem a “humanização” e a “socialização” tão importantes para desenvolver competências pessoais. Sim, a universidade também é socialização e crescimento….”
Leia na integra