23 Julho, 2021
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O Futuro Começa Aqui!
21 Julho, 2021
No seguimento da Lei Europeia do Clima, aprovada em abril, a Comissão Europeia anunciou o “Fit for 55” que conta com treze propostas legislativas que têm por objetivo reduzir em 55% a emissão de gases com efeito de estufa e uma poupança de energia de 32,5% até 2030.
A literatura identifica a economia como uma ciência social que lida com afetação de recursos escassos. A generalidade dos recursos do planeta são um claro exemplo de escassez e daí a crescente importância da economia da energia e dos recursos naturais, que se tem refletido nas discussões e cimeiras supranacionais sobre o ambiente.
É certo que na natureza muita coisa se transforma e não se perde, mas também é certo que os recursos necessários à manutenção da vida, como a conhecemos, são limitados e muitos vão desaparecendo ou sofrendo alterações que podem comprometer a vida no planeta sem que tenhamos noção em quanto tempo, a avaliar pelos acontecimentos climáticos nos últimos tempos, como aconteceu recentemente no Canadá. Sempre existiram fenómenos extremos desde que existe monitorização, mas o ritmo a que acontecem é muito superior. Sucedem-se os apelos pelo mundo em salvar o planeta, pois a política económica tem objetivos de crescimento, mas a principal preocupação desta ciência deve ser o desenvolvimento, em todas as suas vertentes, incluindo saúde e qualidade de vida, que não será nunca compatível com um planeta doente.
A generalidade dos países tem ganho progressivamente consciência de que a aldeia global é de todos. No seguimento da Lei Europeia do Clima, aprovada em abril, a Comissão Europeia anunciou o “Fit for 55” que conta com treze propostas legislativas que têm por objetivo reduzir em 55% a emissão de gases com efeito de estufa e uma poupança de energia de 32,5% até 2030. O conjunto das políticas abrange as áreas das energias renováveis, eficiência energética, construção, utilização da terra e sistemas de comércio de emissões. Estas propostas devem passar no curto prazo para o Parlamento Europeu e para o Conselho da UE. O EU Observer revelou algumas medidas como:
- Tornar o carregamento de veículos elétricos e o reabastecimento de hidrogénio para veículos pesados tão acessível como abastecer um veículo de combustível tradicional – UE estabeleceu meta um milhão de pontos de carregamento para veículos elétricos até 2025 e três milhões até 2030. Estabelecimento de limites mais rígidos de CO2 para carros e carrinhas na UE e proibição de novos veículos a gasolina e gasóleo a partir de 2035;
- Introdução de um imposto sobre os combustíveis fósseis utilizados pela indústria de aviação – como o querosene, o petróleo e o gasóleo – que irá progressivamente aumentando durante um período de dez anos. As companhias aéreas passarão a ter de se abastecer com uma mistura de combustíveis quando descolarem de aeroportos europeus, e que deverá incluir, a partir, de 2025, uma percentagem de 2% de combustíveis sustentáveis para a aviação, que subirá para 63% em 2050. A isenção de impostos sobre o combustível de aviação (querosene) também deverá terminar, enquanto os combustíveis verdes passam a beneficiar de redução de impostos;
- Para o transporte marítimo, espera-se que a nova proposta legislativa introduza “metas de intensidade de gases de efeito estufa”;
- Prevê-se que a UE aumente a sua meta atual de eficiência energética de economizar 32,5% de energia até 2030 e torne-a juridicamente vinculativa;
- Bruxelas deve fortalecer os “critérios de sustentabilidade” usados para determinar se determinada biomassa florestal pode ser considerada renovável, com o compromisso de proteger as florestas antigas da UE. A UE deve apresentar ainda a estratégia florestal, que visa a plantação de três mil milhões de árvores até 2030;
- Bruxelas deve propor um novo sistema separado de comércio de emissões para os setores da construção e transporte rodoviário;
- Bruxelas quer impedir ainda mais as empresas de transferir a produção para países fora da UE com regras ambientais menos rígidas, impedindo o fenómeno de “fuga do carbono” e poderá ser proposto um Mecanismo de Ajustamento das Emissões de Carbono nas Fronteiras, que tem gerado preocupações tanto nos Estados Unidos como na China, que temem uma medida protecionista, e que visa assegurar que as empresas europeias não são prejudicadas, em termos competitivos, pelas novas normas ambientais que irão entrar em vigor no espaço comunitário.
São medidas que farão desacelerar o ritmo de destruição do meio ambiente, mas não inverter ainda esta tendência. Muito haverá a fazer no sentido da qualidade de vida nesta aldeia global.
Professor Doutor Miguel Varela, Diretor do Instituto Superior de Gestão para o Jornal de Negócios
21 Julho, 2021
Decorreu no dia 21 de Julho, uma Palestra Institucional ISG com os alunos finalistas da Escola de Comércio de Lisboa.
Os Alunos e Alunas finalistas, tiveram a oportunidade de ouvir a apresentação do ISG, via zoom, do Professor Doutor João Caldeira Heitor, Secretário-Geral do ISG e Coordenador Científico da Licenciatura em Gestão do Turismo e a Dra. Catarina Soares, Diretora dos Serviços Académicos, que abordou o Acesso ao ISG.
A sessão foi ministrada pela Direção de Relações Públicas do ISG, Dra. Alexandra de Brito Caetano.
21 Julho, 2021
No ISG é simples! Faça todo o processo online em: https://www.isg.pt/home/candidaturas/
A seleção dos candidatos será realizada com base nos seguintes critérios:
– A classificação final do grau de licenciado ou equivalente;
– A área da licenciatura cientificamente mais próxima da do curso a que se candidata;
– O CV do candidato;
– O resultado da entrevista a realizar, se tal, se revelar necessário.
Tudo o que precisa de saber está em: https://www.isg.pt/home/candidaturas/mestrados/
O Futuro Começa Aqui!
19 Julho, 2021
O Instituto Superior de Gestão e a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo celebraram um protocolo no âmbito da missão e dos objetivos das respetivas organizações, com incidência nas atividades educativas, formativas e de investigação.
Disponibilizando a Licenciatura em Gestão do Turismo, o ISG | Business & Economics School destaca a parceria com a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, pelo papel que esta associação desenvolve em torno da atividade turística, do debate de ideias e da apresentação de propostas para o mercado.
O protocolo consagra a aproximação entre a oferta formativa, a produção de conhecimento e a inovação no processo de ensino aprendizagem, com ligação direta e constante com as organizações associativas e empresariais do turismo.
Os colaboradores e associados da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, bem como os respetivos cônjuges, ou a quem viva em condição análoga e filhos que integrem o agregado familiar, usufruem de uma redução de 10% do valor da propina mensal relativa a toda a oferta formativa de licenciaturas, pós-graduações e mestrados do Instituto Superior de Gestão.