2 Maio, 2018
Número total do Curso: 180 horas
Número de Horas em Sala de Aula: 135 horas
Visitas a Empresas: 45 horas
Outros: Visitas Culturais; Atividades culturais; Filmes: 45 horas
Tempo de Estudo individual: 45 horas
DATAS
Início do Programa: 21 de maio
Fim do programa: 14 de setembro de verão
Break: de 22 de julho a dia 3 de setembro
Inscrição: até 2 de maio
Conheça o nosso Programa
20 Abril, 2018
Temos a honra de informar que as autoridades egípcias vão conceder três bolsas de estudo a alunos portugueses para o ano académico 2018/19, com o valor de 500 libras egípcias, caso fiquem alojados no campus da universidade, ou 600 libras egípcias, se ficarem alojados fora do campus:
2 Bolsas para estudar a Língua Árabe, concedidas pelo Ministério do Ensino Superior, a alunos portugueses que já tenham algum conhecimento da língua árabe e que queiram estudar na Universidade do Cairo. Estas bolsas não são atribuídas a quem deseje estudar nas línguas, inglesa ou francesa. Os candidatos não podem cumulativamente ter outra bolsa egípcia ou ter familiares com alguma. A bolsa não prevê apoio a candidatos casados.
1 Bolsa para estudar Ciências Islâmicas, concedida pela Universidade de Al-Azahar a um aluno muçulmano de nacionalidade portuguesa.
Eventuais candidatos devem comunicar a sua intenção até ao dia 15 de junho de 2018 para informacoes@isg.pt ou Direção de Relações Internacionais | Global Office: elisabete.lourenco@ensinus.pt
19 Abril, 2018
A economia é uma ciência social cada vez menos previsível, pois grande parte das variáveis que influenciam o crescimento económico dificilmente são matematizáveis.
Durante esta semana, no World Economic Outlook (WEO), o FMI estimou um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional de 2,4% para 2018, acima da previsão do Governo que é de 2,3% de acordo com o Programa de Estabilidade e Crescimento 2018/2022. Em termos de tendência, nesse mesmo documento, o Governo estima um crescimento constante anual de 2,3% até 2020, abrandando o ritmo para 2,2% e 2,1% em 2021 e 2022. O FMI, por sua vez, anuncia um abrandamento da economia portuguesa já a partir de 2019, crescendo abaixo dos 2%.
A economia é uma ciência social cada vez menos previsível, pois grande parte das variáveis que influenciam o crescimento económico dificilmente são matematizáveis, como o progresso tecnológico, a cultura, a legislação, a decisão política ou a moda e os gostos dos consumidores. A este problema acresce o facto de o mundo estar em cada vez maior e acelerado ritmo de mudança dos seus sistemas sociais e económicos. Muitas vezes as previsões falham a três e seis meses sendo mais passíveis de errar quanto maior o horizonte temporal das mesmas.
Ainda assim, são boas notícias os valores previsíveis de crescimento económico anunciados em qualquer dos cenários, do Governo ou do FMI, e como muitas das decisões económicas dos diversos agentes são baseadas em expectativas, o futuro próximo deverá continuar a trazer boas notícias.
A maior divergência de previsões é relativamente ao saldo da balança corrente em que o FMI estima um superavit de 0,2% do PIB em 2018 e um défice de 0,1% do PIB em 2019. O Governo apresenta previsões bem diferentes e sempre com excedente: 0,7% do PIB em 2018, 2019 e 2020.
Também ao nível do desemprego em Portugal, o FMI estima que se situe nos 6,7%, já em 2019 e 7,3% até final deste ano. Na análise deste indicador, o Governo não é tão otimista, prevendo que a taxa de desemprego se fixe em 7,6% em 2018, 7,2% em 2019, 6,8% em 2020, 6,5% em 2021 e 6,3% em 2022.
Em qualquer dos cenários previstos pelo PEC ou pelo WEO, teremos “previsivelmente” bons desempenhos até 2020. A conjuntura é favorável no médio prazo. Será uma boa altura para continuar a controlar a inflação e proceder a adaptações estruturais. Vamos ver os “gap” que nos irá trazer a realidade em relação às previsões.
Diretor do ISG
Artigo em conformidade com o novo Acordo Ortográfico
Artigo publicado a 19/04/2017 em Jornal de Negócios
16 Abril, 2018
Amanhã, dia 17 de abril, vai ter lugar no ISG, a 9ª Edição da Academia Financeira, subordinada ao tema: “Para que servem e como funcionam os Seguros?”
Está confirmada a presença de 78 alunos do ensino secundário, do INETE e da Escola Secundária da Moita, respectivamente.
13 Abril, 2018
Ao ISG, cumpre informar que, através de despacho do Diretor-Geral do Ensino Superior, de 11 de abril de 2018, publicado no site da DGES, foi determinado que os requerimentos para atribuição de bolsas de estudo para frequência do Ensino Superior de estudantes com incapacidade igual ou superior a 60% podem ser submetidos até ao final do ano letivo a que respeitam.
12 Abril, 2018
No atual contexto competitivo, em rápida e profunda mudança, a palavra empreendedorismo tem vindo a ganhar uma crescente importância, traduzindo uma nova forma de pensar e de fazer acontecer.
Na verdade, o empreendedorismo, através da capacidade de inovação revelada, da competitividade gerada e da contribuição para a criação de emprego, tem assumido, cada vez mais, um papel determinante no dinamismo da economia nacional.
Contudo, apesar do grande entusiasmo existente, o grau de sobrevivência das start-ups é relativamente pequeno. Um estudo da Dun & Bradstreet (O empreendedorismo em Portugal, 3.ª edição, Maio de 2017) revela que “a taxa de sobrevivência decresce mais acentuadamente nos primeiros anos de vida: cerca de dois terços das empresas sobrevivem no primeiro ano de atividade, mais de metade (53%) ultrapassam o 3.º ano e 42% atingem a idade adulta. No oitavo ano de atividade, apenas um terço das empresas mantém atividade”.
É verdade que no mundo empreendedor o falhanço é visto como uma mera etapa no processo. Mas, em Portugal e em muitos dos países europeus, ainda é traumático falar sobre as empresas que acabaram por não funcionar.
“O falhanço acontece e acontece frequentemente”. Um estudo recente da CB Insights (2018.02.02) revela que as três principais razões do falhanço são: (i) a falta de resposta às necessidades do mercado (42%); (ii) dificuldade de financiamento (29%); e, (iii) falta de equipa adequada (23%).
Assim, a principal razão do falhanço é a adequação dos projetos às reais necessidade do mercado, isto é, a identificação do problema e a validação do modelo de negócios.
A validação de um modelo de negócios (descrito através do Canvas), processo muitas vezes subvalorizado pelos empreendedores, é, pois, uma das fases mais importantes na criação de uma empresa. Testando hipóteses simples, os empreendedores vão-se apercebendo do funcionamento do mercado real, eliminando opções não validadas, mantendo opções validadas e acrescentando opções descobertas. Este processo de validação deverá durar até que o empreendedor se sinta confortável com a solução inovadora que pretende introduzir no mercado. Caso isso não aconteça, deverá abandonar essa solução (ideia de negócio) e partir para a identificação de outros problemas e soluções para os resolver. Na verdade, até à fase de validação, os investimentos ainda foram poucos.
No processo de validação, os empreendedores vão “descobrindo clientes” e a “tração dos projetos”, elementos essenciais para a negociação do futuro financiamento.
Na verdade, os modelos de negócio não são ficções no papel e devem ser suportados por factos, “acontecidos” não nos gabinetes mas na rua, local onde estão os futuros clientes, os futuros concorrentes, os futuros fornecedores, os futuros financiadores, isto é, as oportunidades de negócio.